Portulano Advisors · Do piloto ao P&L

Portulano Advisors

Do piloto ao P&L.

Advisory independente para empresas de capital intensivo. Ajudamos líderes de O&G, energia, infraestrutura e indústria a encontrar oportunidades de crescimento, produtividade e margem em tecnologia, processos e novos negócios, e a levar o que funciona até o resultado.

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O problema

Poucas empresas sofrem por falta de ideias.

O mais comum são boas teses que não atravessam a própria organização. Não ganham prioridade, não conquistam capital e param antes do P&L. Enquanto isso, iniciativas sem tração seguem consumindo orçamento, porque encerrá-las costuma custar mais caro politicamente do que mantê-las.

Fala-se muito de IA, e falta tempo para separar o que já funciona do que é promessa.A tecnologia muda mais rápido do que o ciclo de gestão, e não está claro por onde começar.
A receita precisa crescer, e as novas avenidas continuam pequenas.O core segue carregando quase sozinho a obrigação de crescer, e a organização não consegue dar tração a novas teses.
Ganhos em operação e supply chain ficam pela metade.Automação, dados e novas rotinas podem até rodar em uma área, mas não chegam ao custo, ao prazo ou à utilização dos ativos.
Pilotos até tomam forma, mas o P&L não sente.Falta dono, orçamento ou prioridade para escalar, e o capital se espalha por iniciativas que nunca recebem o suficiente para provar se merecem mais.

Por que capital intensivo é diferente

Os frameworks de inovação mais difundidos foram pensados para outro tipo de empresa.

Abordagens como lean startup e MVP nasceram no universo das startups digitais e pressupõem experimentação barata, rápida e reversível. Em O&G, energia, infraestrutura e indústria, isso vale para processos digitais e administrativos, mas não para o que toca a operação. Mudar uma rotina de manutenção ou a forma de mobilizar uma embarcação mexe com ativos, CAPEX, contratos, segurança e processos de várias áreas ao mesmo tempo, e um erro ali é caro e difícil de reverter.

Começar pequeno continua sendo o caminho. O difícil é escolher por onde, saber o que medir e reconhecer quando a evidência justifica o próximo passo. O gargalo raramente são ideias ou tecnologia. É mobilizar compromisso, do primeiro teste até o resultado.

Escada de compromisso, ilustrativa. As barras mostram o capital comprometido em cada estágio e a linha, a incerteza que resta. A incerteza cai rápido no começo, com pouco recurso, e o capital cresce mais no fim, quando a evidência já sustenta.

O que fazemos

Toda iniciativa precisa conquistar o direito ao próximo compromisso de recursos.

Começamos por onde a empresa precisa crescer, defender margem ou ganhar produtividade, e por quais caminhos. Pode ser uma nova avenida de receita, um modelo comercial, IA aplicada à operação, automação em supply chain ou uma nova forma de as áreas trabalharem juntas.

Depois, ajudamos a decidir o que merece mais capital, pessoas e atenção executiva, e o que deve ser redesenhado, aguardar ou parar. Encerrar no momento certo também é resultado, porque libera recursos para o que tem tração.

Mapa de decisão, exemplo ilustrativo

Manutenção preditivaEscalar
Automação de comprasPróximo estágio
Piloto de IA em contratosRedesenhar
Eletrificação da frota de apoioAguardar
Novo serviço de dadosEncerrar

Nosso trabalho não termina na recomendação. Ficamos ao lado da liderança até que a análise vire decisão e recursos comprometidos. A execução segue com as equipes da empresa e seus parceiros, mais preparadas para dar tração às iniciativas depois que saímos.

Com quem trabalhamos. Conselhos, C-level e diretores de operações, supply chain, comercial, estratégia e novos negócios, em operadoras, empresas de serviços, infraestrutura, portos e logística. Boa parte dessas mudanças acontece fora do P&D. Para empresas de tecnologia, a lógica vale do outro lado da mesa, porque uma solução pronta ainda precisa conquistar o compromisso do cliente e virar receita recorrente.

Caminhos de engajamento

Não existe solução de prateleira para empresas que operam em contextos distintos e institucionalmente complexos.

Cada caminho é desenhado depois de uma primeira conversa sobre o momento da empresa, o que está em jogo e o que seria, ali, um bom resultado. Nosso compromisso é gerar impacto.

Da Oportunidade ao ResultadoPara quando o portfólio de iniciativas não fecha a conta.Revisamos as iniciativas em andamento e as oportunidades ainda por explorar, e apoiamos a liderança até que as decisões sobre onde concentrar recursos estejam tomadas e financiadas. A empresa sai com um portfólio priorizado e indicadores que mostram se o valor está aparecendo.
Decisão sobre uma ApostaPara quando uma iniciativa específica precisa de um veredito.Trabalhamos tese econômica, evidência e sponsorship até um veredito claro, entre avançar com os recursos necessários ou encerrar com critério. De fora da organização, temos isenção para dizer o que internamente costuma ser difícil de dizer.
Advisor de Inovação e IAUma cadeira permanente, para quando a execução não deixa tempo para explorar.Na teoria, a liderança equilibra execução e exploração. Na prática, as metas absorvem a agenda, e mesmo inovação e P&D tendem a se fechar no que já enxergam. Cuidamos da exploração de forma recorrente, trazendo o que há de melhor em tecnologia e processos e apoiando decisões sobre onde investir, o que priorizar, o que escalar e quando interromper.
Sob demandaConhecimento aplicado, para alinhar a liderança e registrar o que a empresa aprendeu.
  • Workshops e palestras. Inovação, IA e decisão em capital intensivo, para lideranças e conselhos.
  • White papers setoriais. Pesquisa sobre tecnologias, tendências e oportunidades do setor.
  • Estudos de caso. Casos escritos a partir das decisões, desafios e resultados da própria empresa, para formação interna e memória institucional.

Conversar sobre o seu contexto

A Portulano

Olhamos para a tecnologia a partir da indústria, e não o contrário.

Indústria não é um mercado que aprendemos a atender. É de onde viemos. A Portulano nasce de duas décadas dentro de empresas de O&G e infraestrutura, combinadas com pesquisa acadêmica sobre como organizações mobilizam possibilidades sob incerteza. A experiência ensina onde as iniciativas travam. A pesquisa ajuda a entender por quê.

Somos uma boutique por escolha, com poucos clientes ao mesmo tempo e o sócio fundador envolvido diretamente em todo o trabalho.

Independentes de fornecedores de tecnologia e de implementação. Por isso recomendamos o que a evidência sustenta, seja investir, escalar ou interromper.

Sob incerteza, não há como saber de antemão quais apostas vão dar certo. O que separa as empresas é descobrir isso progressivamente, concentrando recursos onde aparece evidência e retirando de onde ela não aparece. Uma iniciativa avança quando três coisas acontecem.

Ganha forma e tese econômica
Produz evidência a um custo proporcional ao estágio
Conquista no negócio alguém disposto a comprometer recursos

Se uma delas falha, a iniciativa não avança, por melhor que seja a tecnologia.

Uma rede internacional, mobilizada sob demanda. Quando o desafio pede, trazemos pesquisadores e executivos com experiência de operação, reunindo em cada engajamento as competências que o problema exige.

BrasilCanadáEstados UnidosReino UnidoFrança

Fundador

Rodrigo Valadão

Rodrigo Valadão, PhD

Sócio fundador

Professor Permanente e Pesquisador da FGV EBAPE

Trabalha com líderes de empresas de capital intensivo no ponto em que boas teses precisam conquistar capital, prioridade e sponsorship.

20 anoscomo executivo em O&G, energia, infraestrutura e indústria
US$ 550 mipor ano, liderança global de produto na GE
R$ 4+ biem backlog de contratos de infraestrutura
28%de redução no custo de produto
20 paísese mais de 70 canais na América Latina
AMRe Research Policy, pesquisa em inovação e IA
Experiência executiva. General Electric, Baker Hughes, Halliburton, Oceaneering e Porto do Açu. Na GE e na Baker Hughes, liderou globalmente a estratégia comercial de produto de um negócio de US$ 550 milhões por ano, reduziu em até 28% o custo de produto, repriorizou P&D pelo retorno comercial e estruturou um M&A de entrada em mercado projetado em US$ 100 milhões por ano. Fechou contratos de até US$ 20 milhões com BP, Shell, Total, Repsol e Statoil. No Porto do Açu, liderou o desenvolvimento de negócios de O&G, com mais de R$ 4 bilhões em backlog de contratos de infraestrutura. Conselheiro de O&G da Firjan.
Liderança internacional. Como diretor comercial de soluções digitais industriais da GE para a América Latina, liderou 18 profissionais e mais de 70 canais em 20 países, com crescimento de 26% em um ano. Integrou o programa global de desenvolvimento executivo da GE (XLP), com iniciativas no Reino Unido, México, Índia, Itália e Estados Unidos.
Rigor intelectual. Professor Permanente e Pesquisador da FGV EBAPE e PhD em Strategic Management and Organization pela University of Alberta. Pesquisa inovação, decisão e IA desde 2018, antes da IA generativa, com publicações na Academy of Management Review e na Research Policy. Participou da fundação da IDeaS, comunidade internacional de pesquisa sobre dados, algoritmos e IA em organizações. Lecionou na NEOMA Business School, na França, e em MBAs executivos no Canadá, com reconhecimentos por excelência e inovação pedagógica.

Do chão de fábrica à sala de conselho. Trajetória acadêmica e na indústria que vai de técnico em mecânica, tecnólogo em gestão da produção industrial e engenheiro de petróleo e gás ao PhD pela University of Alberta e ao pós-doutorado na FGV EBAPE.

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Se a sua empresa investe em novos processos e tecnologias, mas não sabe quanto disso se traduz em receita ou EBITDA, vale uma conversa.

Conversar rodrigo.valadao@portulanoadvisors.com
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